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Edição de verão de 2019

Intraempreendedorismo, jornada flexível, formação de squads, holocracia, diversidade, experiência do empregado, formação de mentores, universidades corporativas…todos esses são temas e desafios para a promoção da inovação que entraram recentemente como prioridade na pauta das corporações. Não bastasse a enxurrada de novos conceitos, tecnologias como Big Data e Inteligência Artificial multiplicam exponencialmente as possibilidades de desenvolvimento de soluções e capacidade de análise de desempenho. O resultado: uma verdadeira revolução na gestão de pessoas.

Intraempreendedorismo, jornada flexível, formação de squads, holocracia, diversidade, experiência do empregado, formação de mentores, universidades corporativas…todos esses são temas e desafios para a promoção da inovação que entraram recentemente como prioridade na pauta das corporações. Não bastasse a enxurrada de novos conceitos,
tecnologias como Big Data e Inteligência Artificial multiplicam exponencialmente as possibilidades de desenvolvimento de soluções e capacidade de análise de desempenho. O resultado: uma verdadeira revolução na gestão de pessoas.

Ao se colocar no lugar de um CEO ou vice-presidente de inovação, de pronto vem a pergunta: o que fazer para enfrentar o desafio? Peça ajuda ao departamento de Recursos Humanos, seria uma das primeiras respostas. O problema? Ele também foi pego de surpresa. E demitir toda a equipe e substituí-la por profissionais alinhados à esta nova mentalidade de inovação está fora de cogitação.

Não é de hoje que a discussão sobre a necessidade de um RH mais estratégico ronda os líderes de grandes empresas. Por muito tempo, aliás, eles esperaram por passes de mágica do RH para transformar e engajar suas equipes. A diferença agora é que a competição é mais dinâmica, com novas tecnologias e competidores surgindo quase que em tempo real — que o digam os grandes bancos mundo afora. Portanto, a cobrança por inovação é enorme e seguirá assim por tempo indeterminado.

Um estudo recente da KPMG, intitulado o RH do Futuro, dimensiona a velocidade e intensidade das mudanças que estão ocorrendo nos departamentos de gestão de pessoas no mundo inteiro. A partir de uma pesquisa com 1,2 mil executivos de RH, de diversos países, a consultoria mostra que os investimentos em nuvem e softwares de gerenciamento de capital humano subiram 49% e 32%, respectivamente, nos últimos dois anos. E que nos próximos dois, a perspectiva é de que cresçam também em análise preditiva (60%), automação de processo (53%) e inteligência artificial (47%).

“A transformação acontece dentro e fora do RH. Ao mesmo tempo, outras áreas demandam um RH mais estratégico, pois também precisam se transformar e, para isso, as principais barreiras são de cultura, mindset, formação. Ou seja, ele tem que cuidar de toda a empresa ao mesmo tempo em que se reinventa”, explicou Patrícia Molino, a sócia-líder de People & Change da KPMG no Brasil, em entrevista para a reportagem de capa desta edição.

Ao resumir o que esperar de um RH preparado para os desafios atuais, a executiva cita três características fundamentais: workforce shape, experiência do empregado e as entregas do dia a dia. A boa notícia é que os gestores de pessoas não estão sozinhos nesta missão de reinventar os modelos de trabalho. Há diversas startups olhando para as ineficiências e se valendo de novas tecnologias para aumentar a satisfação e produtividade. Em um dos cases que contamos na reportagem de capa, a startup Vidalink consegue monitorar com precisão a saúde dos funcionários a partir das compras de medicamentos. Parece algo trivial, mas isso permite antecipar crises de stress, ser solidário em um caso de doença de família, entre tantas outras possibilidades que no fim farão o que todo CEO planeja: que a empresa atraia e retenha talentos inovadores.

Boa leitura!

Guilherme Manechini
Editor-chefe da The Funnel Brasil


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